Eritroblastose Fetal Mapas Mentais – Genética

Mapa Mental sobre Eritroblastose Fetal: Causas e Prevenção

Mapa mental explicando a eritroblastose fetal, suas causas, cruzamentos genéticos e prevenção

Transcrição do Mapa Mental sobre ERITROBLASTOSE FETAL

Doença do feto provocada por incompatibilidade materno fetal quanto ao genótipo de criança Rh+, que não foi devidamente conduzida.
Nesta situação a mãe é Rh- e o feto Rh+. SEMPRE!!
Anticorpos produzidos pelo organismo materno destroem as hemácias fetais → anemia, baixa oxigênio.
Os anticorpos da mãe são produzidos após sensibilização do organismo materno, ou seja, após exposição ao antígeno o que pode ocorrer por transfusão sanguínea ou por:
OBS1: Após sensibilização a mãe continua Rh- porém com anticorpos.
OBS2: A gestação de filho Rh+ (dd ou Dd) não gera eritroblastose ainda que a mãe já tenha sido sensibilizada pois não tem a proteína.

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Cruzamentos Possíveis:
CASO1: Mãe Rh- x Pai Rh+
dd DD
100% filhos DD (Rh+)

CASO2: Mãe Rh- x Pai Rh+
dd Dd
50% DD (Rh+) e 50% dd (Rh-)

Situação 1: Ocorrência de sensibilização
Mãe Rh- (sem anticorpos)
↓ 1ª Gestação criança Rh+
Mãe Rh- (com anticorpos)
↓ 2ª Gestação criança Rh+
Criança COM eritroblastose

Situação 2: Sensibilização N OCORRE!
Mãe Rh- (sem anticorpos)
↓ 1ª Gestação + soro anti Rh
anticorpos prontos em 72h
Mãe Rh- (sem anticorpos)
↓ 2ª Gestação filho Rh+
Criança SEM eritroblastose

Como evitar a doença:
Mãe deve receber em até 72h do parto o soro anti Rh. O soro é uma imunização passiva, que irá buscar as hemácias do feto destruindo-as, e com isso evita a produção de anticorpos pela mãe.

Sintomas da doença:

Grande quantidade de eritroblastos no sangue da criança.

anemia grave

icterícia

comprometimento neurológico

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Mapa Mental sobre Transfusões Sanguíneas com destaque para sistema Rh e MN

Mapa mental sobre transfusões sanguíneas com destaque para grupos sanguíneos, sistema Rh, eritroblastose fetal e sistema MN.

Transcrição do Mapa Mental sobre TRANSFUSÕES SANGUÍNEAS

AB
A → A → AB ← B ← B
O ← O

anti-Rh
Rh- Rh+
Rh+ Rh+
Rh- Rh+

1º FILHO 2º FILHO 3º FILHO 4º FILHO
AFETADO → ANEMIA GRAVE E ATÉ MORTE!

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ERITROBLASTOSE FETAL (DHRh) → DOENÇA HEMOLÍTICA DO RECÉM-NASCIDO.
A MÃE É ESTIMULADA A PRODUZIR ANTICORPOS CONTRA Rh.

  • EXISTE SORO QUE RETIRA ESSA MEMÓRIA IMUNOLÓGICA.

SISTEMA MN

FENÓTIPOS | GENÓTIPOS
M | MM
N | NN
MN | MN

CODOMINÂNCIA.

AB+ → RECEPTOR UNIVERSAL.
O- → DOADOR UNIVERSAL.

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Sistema Rhesus, Fator Rh e Eritroblastose Fetal: Mapa Mental Educacional

Mapa mental sobre o sistema Rhesus, fator Rh e eritroblastose fetal, explicando a compatibilidade sanguínea, genótipos, fenótipos e os riscos durante a gravidez.

Transcrição do Mapa Mental sobre: Pesquisadores propuseram uma solução para os casos de pessoas que já haviam sido transfundidas uma vez ou mulheres que haviam parado, embora fossem compatíveis para o sistema ABO com seus doadores, em alguns casos apresentavam destruição de hemácias, como se tivessem uma incompatibilidade imunológica.

Identificaram então a existência de um novo antígeno nas hemácias humanas, denominado fator Rh (Rhesus), segundo a formulação dos pesquisadores, o fator Rh pode ou não estar presentes nas hemácias.

As pessoas dotadas desse fator são identificadas como Rh positivas (Rh+) e as pessoas que não possuem o fator são Rh negativas (Rh-).

Outras pesquisas indicaram tratar-se de uma herança mendeliana simples em que a presença do Rh é dominante sobre sua ausência.

Genótipos Fenótipos

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RR Rh+

Rr Rh+

rr Rh-

Para o fator Rh a produção do anticorpo anti-Rh depende da imunização. Ou seja, indivíduos Rh- podem receber uma transfusão sanguínea, ou ainda ter contato, com indivíduos Rh+ sem que haja uma resposta imunológica que leve a quebra de hemácias.

Entretanto, uma vez que o indivíduo Rh- teve contato com o fator Rh, são selecionados, clonados e memorizados anticorpos anti-Rh que permanecerão circulantes no plasma.

Desta forma, foi possível explicar por que algumas pessoas, mesmo compatíveis com seus doadores para o sistema ABO, podiam ter complicações hemolíticas quando recebiam uma segunda transfusão. Explicou-se, da mesma forma e na mesma medida, a razão pela qual mulheres Rh- que já haviam parado filhos Rh+ também podiam apresentar esse tipo de resposta.

ERITROBLASTOSE FETAL

Durante o parto de uma mulher Rh- que tenha parado uma criança Rh+, por exemplo, algumas hemácias da criança entram em contato com o sangue da mãe, estimulando a seleção, clonagem e memorização de anticorpo do tipo anti-Rh.

Na primeira gestação não há perigo para o feto, mas, no caso de uma segunda gestação de filho Rh+, a mãe, já sensibilizada, produz grande quantidade de anticorpos na primeira exposição às hemácias do novo filhos Rh+.

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